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Professora de Israel é denunciada após promover sexo grupal com alunos enquanto marido se encontrava em campo de guerra

O encontro sexual ocorreu em 16 de janeiro de 2025.

Uma professora de inglês de 43 anos, funcionária do Ministério da Educação de Israel, foi permanentemente exonerada do serviço público educacional após admitir, em acordo judicial, ter mantido relações sexuais com dois alunos do 11º ano em sua residência, enquanto um terceiro estudante presenciava o ato. A decisão foi tomada pelo tribunal disciplinar da Comissão de Serviço Civil, que também a proibiu de exercer qualquer função que envolva contatos com menores por oito anos.

O caso

Os episódios ocorreram entre setembro de 2024 e janeiro de 2025. A professora se comunicava com os alunos por mensagens privadas e foi vista fumando com eles nas dependências da escola. O encontro sexual ocorreu em 16 de janeiro de 2025. A professora atuava há nove anos como docente de inglês para turmas do 7º ao 9º ano.

Declarações e defesa

Em entrevista ao jornalista Daniel Amram, a professora afirmou que “algumas das coisas publicadas não são verdadeiras” e que “se arrepende profundamente”. Ela alegou que os atos foram isolados e motivados por angústia pessoal, enquanto seu marido estava em serviço militar.

Seu advogado declarou que o processo criminal foi encerrado por falta de provas, já que os alunos tinham mais de 17 anos e não pertenciam diretamente à sua turma. Segundo ele, o promotor entendeu que os atos foram consensuais e não configuraram infração penal.

Petah Tikva é a quarta maior cidade de Israel. Sua densidade populacional é de aproximadamente 6.277 habitantes

Veredito e consequências

O tribunal classificou os atos como “extraordinariamente graves”, destacando a violação da confiança pública e dos pais que confiam seus filhos aos educadores. Apesar de reconhecer circunstâncias atenuantes como a ausência de antecedentes disciplinares e o histórico profissional da professora a corte determinou sua demissão imediata.

O Ministério da Educação reforçou que “leva muito a sério qualquer desvio dos valores educacionais” e que continuará agindo de forma firme para proteger a integridade do sistema e o bem-estar dos alunos.

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