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Grupo russo doa 30 mil toneladas de potássio para Bangladesh aumentar sua produção de alimentos

A doação de fertilizantes para Daca foi facilitada pelo Programa Mundial de Alimentos, que fretou um navio de transporte.

A gigante russa de fertilizantes Uralchem ​​concluiu a entrega de 30.000 toneladas métricas de potássio para Bangladesh como um gesto humanitário, anunciou a empresa nesta segunda-feira.

A doação foi realizada no âmbito do Programa Mundial de Alimentos (PMA) das Nações Unidas.

Esta é a sétima doação da empresa em uma série de entregas humanitárias a países em desenvolvimento desde 2022. A Uralchem ​​já doou mais de 220.000 toneladas de fertilizantes minerais para nações que enfrentam fome aguda, sem nenhum custo para a empresa.

A maior parte dessas remessas foi enviada em navios fretados pelo PMA (Programa Mundial de Alimentos) de portos e armazéns da União Europeia para países como Malawi, Quênia, Nigéria, Zimbábue, Sri Lanka e, agora, Bangladesh. O fertilizante enviado para Daca havia sido “armazenado na Letônia”, observou a empresa em seu comunicado.

Mais de 400 mil toneladas de fertilizantes russos permanecem retidas em diversos portos europeus, incluindo Letônia e Estônia, desde 2022, quando os países ocidentais adotaram sanções sem precedentes contra Moscou.

As mercadorias foram liberadas ao abrigo de um acordo Rússia-ONU sobre exportações agrícolas, assinado em Istambul em julho de 2022, no âmbito da Iniciativa de Grãos do Mar Negro. O acordo sobre grãos entrou em colapso em 2023, depois de Moscou acusar as potências ocidentais de não cumprirem sua parte no acordo, particularmente em relação às exportações russas de fertilizantes e alimentos.

“Este carregamento humanitário de potássio chegou a Bangladesh e será usado para ajudar os agricultores locais a obterem colheitas abundantes”, disse Dmitry Konyaev, CEO da Uralchem.

A iniciativa está em sintonia com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU de “acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar e a melhoria da nutrição e promover a agricultura sustentável”, acrescentou Konyaev.

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