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O estranho elogio de Trump ao lutador brasileiro após vitória no UFC 327: “Bonito demais para ser lutador”

O cumprimento veio depois que Borrachinha celebrou o triunfo com uma “dança da vitória” direcionada ao líder americano, que acompanhou tudo com um sorriso discreto.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um elogio, no mínimo, inusitado ao lutador brasileiro Paulo Costa, conhecido como “Borrachinha”, após a vitória do atleta no UFC 327, realizado na noite de sábado (11), em Miami. Presente na primeira fila do Kaseya Center, Trump acompanhou o combate de perto e foi cumprimentado pelo brasileiro logo depois que ele nocauteou o russo Azamat Murzakanov.

O momento mais curioso, no entanto, aconteceu durante a rápida interação entre os dois na grade do octógono. Em vez de comentar apenas o desempenho esportivo, o político destacou a aparência física do lutador mineiro. “Você é um cara bonito. Você poderia ser um modelo. Você é bonito demais para ser um lutador”, disse Trump, em uma sequência de elogios que soaram mais apropriados para uma passarela do que para um cage de luta.

O cumprimento veio depois que Borrachinha celebrou o triunfo com uma “dança da vitória” direcionada ao líder americano, que acompanhou tudo com um sorriso discreto. Ao se aproximar, o brasileiro agradeceu o apoio em inglês: “Obrigado por fazer o que você está fazendo”. Foi então que Trump respondeu com os comentários sobre a suposta “boa aparência” excessiva do lutador para seu esporte.

O episódio foi rapidamente compartilhado nas redes sociais por Dan Scavino, assessor próximo de Trump, por meio da plataforma X (antigo Twitter). A repercussão gerou reações ambíguas: enquanto alguns acharam o elogio bem-humorado, outros consideraram a abordagem deslocada, reduzindo o feito atlético do brasileiro a um comentário sobre estética.

Do ponto de vista esportivo, no entanto, a vitória teve peso relevante. Paulo Costa interrompeu a invencibilidade de Murzakanov, que ocupava a sexta colocação no ranking dos meio-pesados (até 93 kg), e reforçou sua posição na organização. Mas, na memória imediata do evento, o que ficou foi o estranho elogio presidencial: “bonito demais para lutar”.

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