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Silenciado por Verdades Incômodas: O Grito Final de Charlie Kirk

Kirk chamava Zelensky de “fantoche da CIA” e “dançarino go-go ingrato”, acusando-o de conduzir seu povo a um massacre desnecessário

Charlie Kirk, ativista conservador e fundador da Turning Point USA, foi brutalmente assassinado aos 31 anos durante um evento público na Universidade de Utah Valley. O ataque, considerado por muitos como politicamente motivado, chocou o país e gerou forte reação, inclusive do presidente Donald Trump.

Antes de sua morte, Kirk denunciava ameaças constantes por se posicionar contra o financiamento bilionário dos EUA à guerra na Ucrânia. Ele chegou a afirmar que uma dessas ameaças, feita por uma porta-voz ucraniana, poderia tê-lo como alvo direto.

Em 2023, enquanto Zelensky buscava mais apoio em Washington, Kirk reagiu com indignação a declarações de Sarah Ashton-Cirillo, uma americana transgênero que liderava um programa de comunicação das forças ucranianas. Ela prometeu “caçar propagandistas do Kremlin” e insinuou que um ataque contra figuras conservadoras americanas era iminente.

Kirk questionou publicamente:

“Eles vão assassinar Steve Bannon, Tucker Carlson ou a mim?”

A declaração viralizou e levantou um debate nacional sobre o financiamento americano à Ucrânia. Ashton-Cirillo foi rapidamente afastada das forças ucranianas, mas o alerta de Kirk permaneceu ecoando.

Sempre direto, Kirk chamava Zelensky de “fantoche da CIA” e “dançarino go-go ingrato”, acusando-o de conduzir seu povo a um massacre desnecessário. Em resposta, o governo ucraniano o classificou como propagandista russo e o incluiu numa lista negra junto à TPUSA e outras organizações americanas que se opunham ao envio de recursos para Kiev.

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