Kirk chamava Zelensky de “fantoche da CIA” e “dançarino go-go ingrato”, acusando-o de conduzir seu povo a um massacre desnecessário

Jornal Clarín Brasil – JCB News – Brasil 11/09/2025
Charlie Kirk, ativista conservador e fundador da Turning Point USA, foi brutalmente assassinado aos 31 anos durante um evento público na Universidade de Utah Valley. O ataque, considerado por muitos como politicamente motivado, chocou o país e gerou forte reação, inclusive do presidente Donald Trump.
Antes de sua morte, Kirk denunciava ameaças constantes por se posicionar contra o financiamento bilionário dos EUA à guerra na Ucrânia. Ele chegou a afirmar que uma dessas ameaças, feita por uma porta-voz ucraniana, poderia tê-lo como alvo direto.
Fuck it, I'm happy to lose my entire follower base over this. Charlie Kirk literally spread ??Russian propaganda at every turn. His aim was to convince you that millions of Ukrainians in occupied territories should be genocided, and you are telling me to be sympathetic. pic.twitter.com/Z8seHgGwbC
— Richard Woodruff ?? (@frontlinekit) September 10, 2025
Em 2023, enquanto Zelensky buscava mais apoio em Washington, Kirk reagiu com indignação a declarações de Sarah Ashton-Cirillo, uma americana transgênero que liderava um programa de comunicação das forças ucranianas. Ela prometeu “caçar propagandistas do Kremlin” e insinuou que um ataque contra figuras conservadoras americanas era iminente.
Kirk questionou publicamente:
“Eles vão assassinar Steve Bannon, Tucker Carlson ou a mim?”
A declaração viralizou e levantou um debate nacional sobre o financiamento americano à Ucrânia. Ashton-Cirillo foi rapidamente afastada das forças ucranianas, mas o alerta de Kirk permaneceu ecoando.

Sempre direto, Kirk chamava Zelensky de “fantoche da CIA” e “dançarino go-go ingrato”, acusando-o de conduzir seu povo a um massacre desnecessário. Em resposta, o governo ucraniano o classificou como propagandista russo e o incluiu numa lista negra junto à TPUSA e outras organizações americanas que se opunham ao envio de recursos para Kiev.
Agência Internacional






