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Palmeiras reafirma sua imponência continental batendo o RiverPlate em Buenos Aires, enquanto Atlético-MG tropeça no “déjà vu” em grandes competições

Com uma atuação segura e corajosa, a equipe de Abel Ferreira não se intimidou com a pressão da torcida adversária

Enquanto o Palmeiras segue pavimentando sua trajetória de glórias na Copa Libertadores da América, o Atlético-MG mais uma vez ilustra sua conhecida dificuldade em se firmar entre os grandes. Na noite desta quarta-feira (17), o Verdão foi à Argentina e mostrou por que é referência internacional: venceu o tradicional River Plate por 2 a 1 no temido estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, e abriu vantagem sólida rumo à semifinal.

Com uma atuação segura e corajosa, a equipe de Abel Ferreira não se intimidou com a pressão da torcida adversária. Logo aos 5 minutos, Andreas Pereira cobrou escanteio com precisão e Gustavo Gómez, símbolo da liderança alviverde, subiu livre para cabecear com categoria e vencer o goleiro Armani. O domínio brasileiro se manteve e, aos 40 minutos, Flaco López encontrou Vitor Roque em profundidade, que finalizou com frieza para ampliar.

Mesmo com o River tentando reagir na segunda etapa, o Palmeiras mostrou maturidade e controle emocional, resistindo até os 43 minutos, quando Martínez Quarta descontou com um chute de fora da área. Agora, o Verdão pode até empatar no jogo de volta, no Allianz Parque, na próxima quarta-feira (24), às 21h30, que ainda assim garante vaga na semifinal.

Enquanto isso, na Copa Sul-Americana, o Atlético-MG protagonizou mais um capítulo de sua história marcada por frustrações em torneios internacionais. Jogando contra o Bolívar na altitude de La Paz, o Galo até começou bem, abrindo 2 a 0 com gols de Vitor Hugo e Alexsander. Mas como já virou rotina, não sustentou a vantagem e permitiu o empate com gols de Dorny Romero e Robson Matheus.

A diferença entre os dois gigantes brasileiros é gritante: enquanto o Palmeiras coleciona conquistas e atuações memoráveis, o Atlético-MG segue preso à sua falta de tradição em grandes campeonatos, incapaz de transformar bons momentos em feitos históricos.

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