Para entender quais comportamentos aceleram esse processo, foram consultados 53 especialistas

Jornal Clarín Brasil – JCB News – Brasil 18/09/2025
Cuidar da saúde no presente é um investimento direto na qualidade de vida futura. Segundo uma análise recente do U.S. News & World Report, escolhas cotidianas relacionadas à alimentação, prática de exercícios, sono e controle do estresse têm influência decisiva no processo de envelhecimento.
Para entender quais comportamentos aceleram esse processo, foram consultados 53 especialistas — entre médicos, nutricionistas, farmacêuticos e profissionais de fitness. O resultado aponta quatro erros comuns que podem comprometer nossa longevidade:
1. Sedentarismo
A falta de atividade física foi apontada por 57% dos especialistas como o principal fator que acelera o envelhecimento. Estudos indicam que o exercício ajuda a preservar os telômeros — estruturas que protegem os cromossomos — retardando o envelhecimento celular.
Além disso, a inatividade está ligada à inflamação crônica e à perda de massa muscular. As diretrizes americanas recomendam pelo menos 150 minutos de atividade aeróbica por semana, além de dois dias dedicados ao fortalecimento muscular.
2. Tabagismo
Fumar continua sendo um dos hábitos mais nocivos à saúde. Em 2017, mais de 4 milhões de adultos chilenos admitiram fumar, embora 63,9% desejassem parar. O cigarro danifica as células, enfraquece o sistema imunológico e aumenta o risco de doenças graves como câncer de pulmão. Para os especialistas, é o segundo maior vilão do envelhecimento precoce.
3. Consumo de ultraprocessados
A alimentação desequilibrada, especialmente rica em produtos ultraprocessados como hambúrgueres, refrigerantes e batatas fritas, representa até 52% dos almoços dos chilenos. Esses alimentos são pobres em nutrientes e ricos em substâncias que favorecem inflamações e o envelhecimento celular.
4. Privação de sono
Dormir bem é essencial para a regeneração do corpo. O ideal é manter entre 7 e 9 horas de sono por noite, período necessário para o reparo celular, consolidação da memória e eliminação de toxinas cerebrais. A falta de sono está diretamente associada ao envelhecimento precoce e ao declínio cognitivo.






