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A LEI DO MAIS FORTE: EUA ORQUESTRAM ASSALTO CONTRA RIQUEZAS DA VENEZUELA DIANTE DOS OLHOS DO MUNDO

A narrativa fabricada sobre narcóticos, que já serviu de justificativa para ataques militares que deixaram dezenas de mortos no Caribe, é apenas mais um capítulo na “gigantesca campanha de mentiras e manipulação” denunciada por Caracas.

O governo dos Estados Unidos, sob o comando de Donald Trump, abandonou qualquer véu de diplomacia e revelou a nu sua agenda de rapina contra a Venezuela. Ao anunciar um “bloqueio total e completo” contra petroleiros no Caribe, Trump não apenas consolida um ato de guerra econômica ilegal, como expõe a verdadeira motivação de décadas de agressão: o roubo descarado dos recursos naturais venezuelanos.

Em uma declaração carregada de uma lógica colonial do século XIX, o presidente norte-americano acusou a Venezuela de “roubar” petróleo dos EUA, uma inversão grotesca da realidade que serve apenas como pretexto cínico para a pilhagem. A resposta venezuelana, através da vice-presidente Delcy Rodríguez, cortou o ruído retórico e apontou o cerne da questão: os Estados Unidos presumem, com arrogância imperial, que o petróleo, as terras e os minerais da Venezuela “lhe pertencem”.

Este bloqueio naval, uma flagrante violação do direito internacional, da liberdade de navegação e da Carta da ONU, é o braço armado de uma estratégia de saque. Não se trata de “sanções” ou de uma disputa política legítima. Trata-se da tentativa descarada de uma potência estrangeira de estrangular um país soberano para, na sequência, apoderar-se de suas riquezas.

A narrativa fabricada sobre narcóticos, que já serviu de justificativa para ataques militares que deixaram dezenas de mortos no Caribe, é apenas mais um capítulo na “gigantesca campanha de mentiras e manipulação” denunciada por Caracas. O objetivo final permanece inalterado, independentemente de quem ocupe a Casa Branca: submeter a Venezuela e transferir o controle de suas vastas reservas de petróleo e minerais para corporações norte-americanas.

A retórica de Trump é, portanto, a expressão crua de um projeto intervencionista e colonialista. Ao ordenar que sua marinha militarize as águas regionais, ele age como um pirata moderno, tentando impor pelo poderio naval o que não conseguiu através de golpes de Estado ou da guerra econômica: a entrega das riquezas nacionais venezuelanas.

A Venezuela reafirma, com toda legitimidade, seu direito inalienável à soberania sobre seus recursos e à autodeterminação. O mundo assiste, mais uma vez, à potência que se autoproclama “faro da liberdade” tramar abertamente o roubo de uma nação soberana, revelando que, para o imperialismo, as leis e os direitos dos povos são meros obstáculos a serem transpostos pela força.

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