“O crime brutal de assassinar o primeiro-ministro do Iêmen e seus ministros é um exemplo claro de crimes de guerra e crimes contra a humanidade.”

Jornal Clarín Brasil – JCB News – Brasil 31/09/2025
O Ministério das Relações Exteriores do Irã condenou veementemente o ataque israelense “terrorista e agressivo” ao Iêmen, que matou o primeiro-ministro iemenita Ahmed Ghaleb Nasr al-Rahwi e vários ministros, pedindo ação urgente da comunidade internacional e dos estados islâmicos para conter a “conduta desonesta” do regime israelense.
Por que isso é importante:
O ataque marca uma escalada perigosa nas agressões regionais do regime israelense, estendendo seu genocídio em Gaza e no Líbano ao Iêmen — um país cujas forças apoiaram a causa palestina e atacaram os territórios ocupados em solidariedade durante a guerra de Gaza.
O panorama geral:
A declaração foi feita depois que ataques aéreos israelenses na capital iemenita tiraram a vida do primeiro-ministro Ahmed Ghaleb Al-Rahawi, do Governo Nacional de Mudança e Construção, e de outros que ocupavam cargos em vários cargos.
Autoridades iranianas descreveram o assassinato como um crime de guerra e um crime contra a humanidade, dizendo que o regime israelense está deliberadamente atacando a infraestrutura civil e a liderança política do Iêmen.
Teerã disse que o ataque foi “vingativo”, punindo os iemenitas por seu apoio vocal aos palestinos.
O ataque provavelmente aprofundará o sentimento anti-Israel na região, com o Irã alertando que isso poderia inflamar a agitação no mundo muçulmano.
Declarações
Ministério das Relações Exteriores do Irã:
“O crime brutal de assassinar o primeiro-ministro do Iêmen e seus ministros é um exemplo claro de crimes de guerra e crimes contra a humanidade.”
“Este ataque não enfraquecerá a determinação do Iêmen de apoiar o povo oprimido da Palestina — apenas aumentará a indignação e a resistência.”
“A ONU e seus estados-membros têm a responsabilidade de tomar medidas urgentes para pôr fim à campanha de guerra do regime israelense e responsabilizar seus líderes criminosos.”
O governo de “Mudança e Reconstrução” do Iêmen se alinhou estreitamente com a causa palestina durante a guerra de Gaza.
O regime israelense intensificou os ataques além de Gaza nos últimos meses, visando Líbano, Síria e Iêmen.







