Os participantes denunciaram o que descreveram como o “genocídio em curso contra civis palestinos”.

Jornal Clarín Brasil JCB News – Brasil 30/07/25
LORENÇA, 30 de julho (YPA) – Mais de 700 médicos e enfermeiros da região da Toscana, no centro da Itália, declararam nesta quarta-feira uma greve de fome, em um protesto sem precedentes, para mostrar solidariedade aos moradores da Faixa de Gaza.
Os participantes denunciaram o que descreveram como o “genocídio em curso contra civis palestinos”.
De acordo com os organizadores, o objetivo da greve era chamar a atenção do público italiano e internacional para o agravamento da catástrofe humanitária na Faixa de Gaza, pressionar o governo italiano e as instituições europeias a assumirem suas responsabilidades morais e humanitárias e tomarem uma posição clara contra os crimes de guerra israelenses.
“Como médicos e enfermeiros, juramos proteger a vida e não podemos permanecer em silêncio diante do massacre que está acontecendo à vista de todos”, disse um dos profissionais de saúde participantes, enfatizando que a greve de fome é uma forma simbólica de expressar a dor e o desamparo diante do cerco, da fome e da matança sistemática de crianças e mulheres de Gaza.
Eles observaram que esta iniciativa estava dentro da estrutura de uma campanha mais ampla de movimentos populares e de direitos humanos em toda a Itália, rejeitando o envolvimento de alguns países europeus no apoio político e militar à agressão israelense.
Grandes cidades italianas, incluindo Roma, Milão e Nápoles, têm testemunhado repetidas manifestações e protestos de solidariedade desde o início da agressão.
Milhares de cidadãos de diversas origens participaram dessas manifestações, exigindo um cessar-fogo imediato, o fim do bloqueio a Gaza e a responsabilização dos responsáveis por crimes cometidos contra civis.
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