Brasil registra avanços históricos no mercado de trabalho e reforça tendência de recuperação

Jornal Clarín Brasil – JCB News – Brasil 16/09/2025
Brasília (DF), 15/09/2025 – O mercado de trabalho brasileiro segue em trajetória positiva e promissora. A taxa de desemprego no trimestre encerrado em julho caiu para 5,6%, o menor índice desde o início da série histórica do IBGE em 2012. Esse resultado representa mais do que uma simples estatística: é um reflexo concreto da retomada econômica e da geração de oportunidades para milhões de brasileiros.
O número de pessoas desocupadas caiu para 6,118 milhões, o menor contingente desde o fim de 2013. Ao mesmo tempo, o país alcançou um marco expressivo: 102,4 milhões de pessoas ocupadas, o maior número já registrado. Outro recorde foi o total de trabalhadores com carteira assinada, que chegou a 39,1 milhões, consolidando a formalização como uma tendência crescente.
O nível de ocupação, que mede o percentual de pessoas empregadas na população em idade de trabalhar, manteve o patamar recorde de 58,8%, sinalizando que mais brasileiros estão conseguindo se inserir no mercado de trabalho.
Segundo o analista do IBGE William Kratochwill, os dados confirmam o bom momento do setor: “O mercado se mostra aquecido, resiliente, com características de um mercado em expansão. O estoque de pessoas fora da força de trabalho vem diminuindo”, afirmou.
O Brasil registrou a menor taxa de desemprego desde o início da Pnad Contínua, em 2012: 5,6% no trimestre encerrado em julho. São 102,4 milhões de pessoas ocupadas, número recorde, com destaque para os 39,1 milhões de trabalhadores com carteira assinada (+) pic.twitter.com/3fphk4gd6f
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A pesquisa do IBGE, que visita mais de 211 mil domicílios em todo o país, também revelou uma queda significativa na população desalentada, aquelas que desistiram de procurar emprego por falta de perspectiva. Esse grupo recuou 11%, totalizando 2,7 milhões de pessoas, o que indica uma renovação da confiança na economia e nas possibilidades de inserção profissional.
A expansão da ocupação foi puxada por setores estratégicos e diversos:
- Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: +206 mil pessoas
- Informação, comunicação, atividades financeiras, imobiliárias e administrativas: +260 mil pessoas
- Administração pública, educação, saúde e serviços sociais: +522 mil pessoas
A taxa de informalidade também apresentou melhora, caindo para 37,8%, a segunda menor da série histórica. Embora o número absoluto de trabalhadores informais tenha subido levemente para 38,8 milhões, o crescimento da ocupação formal contribuiu para a redução proporcional da informalidade.
No aspecto financeiro, o rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.484, o maior valor para o trimestre, e a massa de rendimentos, que representa o total de renda gerada pelos trabalhadores, atingiu R$ 352,3 bilhões, com alta de 2,5% em relação ao trimestre anterior.
Apesar de um pequeno atraso na divulgação dos dados por questões técnicas, os números revelam um cenário de otimismo e avanço. O Brasil mostra que está no caminho certo para fortalecer seu mercado de trabalho, ampliar a formalização e garantir mais dignidade e estabilidade para seus trabalhadores.
Com informações da Agência Brasil






