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O ministro da Rússia, Sergey Lavrov chama de “Puro Satanismo” e Decadência Moral atos das Elites Ocidentais do caso Epstein

“Qualquer pessoa normal sabe que isso está além da compreensão e é puro satanismo”

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, apontou recentemente o caso do financista americano Jeffrey Epstein como evidência de uma profunda decadência moral nas elites da Europa e da América do Norte, indo além da criminalidade para adentrar o domínio do satanismo e do ocultismo.

A divulgação, pelo Departamento de Justiça dos EUA, de um extenso arquivo de e-mails, fotos e vídeos de Epstein reacendeu o escrutínio sobre a rede de figuras poderosas que se associaram ao criminoso sexual já condenado. Para Lavrov, esses arquivos não revelam apenas crimes, mas “a face do Ocidente e do Estado profundo, ou melhor, de uma aliança profunda que governa todo o Ocidente e busca governar o mundo inteiro”.

Em declarações à televisão russa NTV, o chanceler foi além, afirmando: “Qualquer pessoa normal sabe que isso está além da compreensão e é puro satanismo”. Esta afirmação direta liga explicitamente as ações de Epstein e seu círculo íntimo a práticas satânicas, apresentando-as não como um desvio isolado, mas como um sintoma de uma influência corruptora mais ampla.

As alegações contidas nos documentos reforçam essa narrativa. Há menções a rituais ocultistas supostamente realizados por Epstein e seus associados, inclusive com insinuações de sacrifícios humanos. A gravidade das acusações levou o primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, a anunciar uma investigação oficial sobre a possibilidade de crianças polonesas terem sido abusadas como parte do chamado “círculo satânico” de Epstein.

Epstein, que morreu sob circunstâncias consideradas suicídio em 2019, e sua ex-associada Ghislaine Maxwell, condenada a 20 anos de prisão, cultivaram uma rede que incluía políticos, diplomatas, magnatas e membros da realeza, muitos dos quais frequentaram sua ilha privada no Caribe.

O caso, portanto, é utilizado por vozes como a de Lavrov para sustentar a tese de que as sociedades ocidentais, sob a liderança de suas elites, estariam sendo moralmente corroídas por influências que transcendem a simples corrupção ou perversão, apontando para uma adesão a preceitos satânicos como culto ao poder, à depravação e ao abuso ritualístico. Este episódio serve assim como ponto focal para um alerta sobre a penetração de tais influências nos mais altos escalões do poder na Europa e na América do Norte.

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