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Taxa de desemprego recua a 5,6%, menor patamar desde 2012

Apesar do cenário positivo, especialistas alertam que automação, mudanças climáticas e fragilidades estruturais podem comprometer a sustentabilidade do crescimento do emprego nos próximos anos.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira que a taxa de desocupação caiu para 5,6% no terceiro trimestre de 2025, o menor índice da série histórica iniciada em 2012. A redução foi puxada principalmente pelos setores de serviços, indústria e agronegócio.

Regiões Sudeste e Sul registram os melhores desempenhos, com taxas abaixo de 5% em diversos estados. Já o Nordeste mantém índice de 8,1%, evidenciando persistentes desigualdades regionais e setoriais no mercado de trabalho brasileiro.

O emprego com carteira assinada atingiu recorde de 39,1 milhões de vínculos, e o rendimento médio real cresceu 1,5%. O resultado foi celebrado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como fruto de políticas anticíclicas e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Apesar do cenário positivo, especialistas alertam que automação, mudanças climáticas e fragilidades estruturais podem comprometer a sustentabilidade do crescimento do emprego nos próximos anos.

Taxa de desemprego recua a 5,6%, menor patamar desde 2012

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira que a taxa de desocupação caiu para 5,6% no terceiro trimestre de 2025, o menor índice da série histórica iniciada em 2012. A redução foi puxada principalmente pelos setores de serviços, indústria e agronegócio.

Regiões Sudeste e Sul registram os melhores desempenhos, com taxas abaixo de 5% em diversos estados. Já o Nordeste mantém índice de 8,1%, evidenciando persistentes desigualdades regionais e setoriais no mercado de trabalho brasileiro.

O emprego com carteira assinada atingiu recorde de 39,1 milhões de vínculos, e o rendimento médio real cresceu 1,5%. O resultado foi celebrado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como fruto de políticas anticíclicas e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Apesar do cenário positivo, especialistas alertam que automação, mudanças climáticas e fragilidades estruturais podem comprometer a sustentabilidade do crescimento do emprego nos próximos anos.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta terça-feira que a taxa de desocupação caiu para 5,6% no terceiro trimestre de 2025, o menor índice da série histórica iniciada em 2012. A redução foi puxada principalmente pelos setores de serviços, indústria e agronegócio.

Regiões Sudeste e Sul registram os melhores desempenhos, com taxas abaixo de 5% em diversos estados. Já o Nordeste mantém índice de 8,1%, evidenciando persistentes desigualdades regionais e setoriais no mercado de trabalho brasileiro.

O emprego com carteira assinada atingiu recorde de 39,1 milhões de vínculos, e o rendimento médio real cresceu 1,5%. O resultado foi celebrado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como fruto de políticas anticíclicas e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Apesar do cenário positivo, especialistas alertam que automação, mudanças climáticas e fragilidades estruturais podem comprometer a sustentabilidade do crescimento do emprego nos próximos anos.

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