Presidente será atendido no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo

Jornal Clarín Brasil – JCB News – Brasil 24/04/2026
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passará por dois procedimentos médicos nesta sexta-feira (24), no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. O primeiro, uma retirada de queratose no couro cabeludo e o segundo, uma infiltração no punho direito para tratar tendinite no polegar.
Conforme divulgado pela Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), ambos os procedimentos são simples, não exigem repouso e não haverá restrições de agenda.
A queratose é uma condição de pele caracterizada pelo acúmulo excessivo de queratina, que resulta em manchas com aparência áspera ou descamativa. A lesão pode exigir acompanhamento médico e costuma ser removida por cauterização, procedimento rápido feito em consultório.
Para essa condição, o tratamento adequado é a cauterização. Trata-se de um procedimento simples, realizado em consultório, e que pode ser feito de diversas formas:
• Cauterização química: mais usada em lesões mais finas e superficiais. Em geral, é usado o ácido na lesão;
• Cauterização com bisturi elétrico, chamada de eletro cauterização: feito com anestesia local, com lidocaína;
• Criocirurgia: congelamento da lesão com nitrogênio líquido. Usa-se um spray de nitrogênio líquido com intuito de formar uma bolha. Em seguida, o teto dessa bolha, quando se descola, leva o epitélio embora.
Já a tendinite é a inflamação de um tendão, estrutura que conecta músculos ao osso. A infiltração consiste na aplicação de medicamentos anti-inflamatórios diretamente na região afetada para reduzir a inflamação e aliviar a dor. Ela é indicada para casos que não cedem com repouso ou fisioterapia.
No caso da tendinite, o tratamento varia conforme a gravidade do quadro. Nas fases iniciais, repouso, uso de anti-inflamatórios e fisioterapia costumam ser suficientes.
Em quadros mais extremos, é recomendada a aplicação de corticosteroide diretamente na região inflamada é uma das opções mais eficazes para aliviar a dor e retomar os movimentos. Em casos mais raros, a cirurgia pode ser necessária.







