Trump não compareceu ao evento em Pequim, oficialmente

Jornal Clarín Brasil – JCB News – Brasil 03/09/2025
Durante um desfile militar em Pequim, cuidadosamente coreografado para marcar a vitória sobre o Japão na Segunda Guerra Mundial, o presidente Donald Trump lançou uma bomba retórica em sua plataforma Truth Social: ele acusou abertamente China, Rússia e Coreia do Norte de estarem conspirando contra os Estados Unidos da América. Coincidência? Difícil acreditar.
Trump escreveu: “Muitos americanos morreram na busca da China pela Vitória e Glória. Espero que sejam devidamente homenageados e lembrados por sua bravura e sacrifício!” – uma frase que, para os atentos, soa como um aviso velado sobre o custo humano de alianças obscuras.
Mas o que realmente chamou atenção foi sua mensagem ao presidente Xi Jinping: “Transmitam meus mais calorosos cumprimentos a Vladimir Putin e Kim Jong-un, enquanto vocês conspiram contra os Estados Unidos da América.” Um sarcasmo? Ou uma denúncia codificada? Os conspirólogos sabem: quando líderes mundiais trocam gentilezas em público, é nos bastidores que os verdadeiros planos se desenrolam.
O assessor de Putin, Yury Ushakov, tentou minimizar o impacto, dizendo que tudo foi “em tom de brincadeira”. Mas quem acredita nisso? A cartilha da desinformação sempre começa com o riso, até que o mundo acorda cercado por tratados secretos e alianças militares camufladas.
— Trump War Room (@TrumpWarRoom) September 3, 2025
Trump não compareceu ao evento em Pequim, oficialmente. Mas fontes não confirmadas sugerem que sua ausência pode ter sido estratégica, evitando ser fotografado em meio ao que muitos já chamam de nova tríade geopolítica. Enquanto isso, as relações entre EUA, China e Rússia continuam em clima de guerra fria disfarçada, com sanções, espionagem digital e movimentações militares cada vez mais frequentes.
E não esqueçamos: Donald Trump se encontrou com Putin no Alasca no mês passado. Um encontro “para mediar a paz”? Ou uma tentativa desesperada de decifrar os próximos passos do tabuleiro global? Nada foi resolvido, mas ambos os lados saíram sorrindo, o que, para os paranoicos bem informados, é sempre um mau sinal.
Na cúpula da Organização de Cooperação de Xangai, Xi Jinping voltou a falar em acabar com a “mentalidade da Guerra Fria”. Tradução: querem redesenhar o mapa do poder mundial, longe da influência americana. E fazem isso enquanto negam qualquer conspiração, como sempre.
Agência Internacional






